A maior parte das pessoas vive como vítima das próprias emoções: reage, se queixa, terceiriza a culpa. Mas existe outro caminho — o da autorresponsabilidade. Entenda esse conceito que está no coração da metodologia Expécia.
Existe uma frase atribuída ao psiquiatra austríaco Viktor Frankl que resume bem o que queremos discutir: "Entre o estímulo e a resposta há um espaço. Nesse espaço está nosso poder de escolher nossa resposta. Em nossa resposta está nosso crescimento e nossa liberdade."
Esse "espaço" é, em essência, o território da autorresponsabilidade emocional — e é também o que separa quem sofre passivamente de quem evolui ativamente.
Antes de definirmos o conceito, é importante esclarecer o que ele não é:
Autorresponsabilidade emocional é a capacidade de reconhecer que, embora não tenhamos controle total sobre o que sentimos, temos algum controle sobre o que fazemos com o que sentimos. É deslocar a pergunta de "por que isso aconteceu comigo?" para "o que eu vou fazer com isso?".
Equipes formadas por pessoas que se vêem como vítimas das circunstâncias são equipes paralisadas. Cada conflito vira drama, cada feedback vira ofensa, cada mudança vira crise. Já equipes onde as pessoas exercitam a autorresponsabilidade tornam-se mais ágeis, mais maduras, mais resilientes — porque param de gastar energia se queixando e passam a investir energia em transformar.
O caminho da autorresponsabilidade começa com três perguntas que, quando feitas com honestidade, mudam qualquer cenário:
Parece simples — e é. Mas, treinado todos os dias, esse exercício transforma profissionais e, por consequência, organizações inteiras.
A Expécia ensina, em seu programa de 6 ciclos, como construir esse músculo de forma estruturada e sustentável.